10 questões da Previdência Privada a considerar em 2011

 

Apesar de muitos dos pontos a seguir não serem propriamente novidades, esses itens nos chamam a atenção, agora no começo de 2011, para coisas importantes e que precisamos considerar ao nos prepararmos para a aposentadoria.

1. Falta de planejamento financeiro. Sem envolvimento e sem colocar a “mão na massa” as pessoas não atingirão seus objetivos.

2. Necessidade de melhorar a educação previdenciária. Empresas e governo precisam fazer um trabalho melhor para levar jovens e adultos a poupar para a aposentadoria. As abordagens tradicionais são necessárias, mas não suficientes e é preciso um chamado à “economia comportamental”.

3. Risco de o dinheiro terminar antes do fim da vida. A maioria das empresas eliminou a opção por uma renda vitalícia de seus planos de previdência corporativa…. e não alertou (diferente de apenas comunicar) adequadamente seus participantes.

4. É preciso poupar mais! Além de economizar para a aposentadoria, você precisa poupar o suficiente para arcar, na terceira idade, com as despesas médicas, odontológicas, as emergências…

5. Ajuda de consultoria atuarial independente. Planos de aposentadoria envolvem gestão de risco atuarial, procure aconselhamento profissional, especializado e independente. Não se baseie apenas em sugestões de gerentes de banco, corretores de seguros ou consultores em planejamento financeiro. Você faria uma operação de apêndice com um veterinário? Pois é, veterinários também são médicos, mas…

6. Resgates do plano de aposentadoria. Planos oferecidos por entidades abertas (PGBL, VGBL etc.) facilitam ao participante fazer resgates parciais ou totais. Isso é um problema e uma tentação que dificulta acumular recursos quando o foco é o longo prazo.

7. Quando solicitar aposentadoria pelo INSS. A menos que existam motivos de saúde ou a necessidade imediata de dinheiro, aguardar até que não haja nenhuma redução no valor do benefício pode fazer mais sentido.

8. Seguro saúde. Se você for “abastado”, poderá pagar um bom plano de saúde na velhice. Do contrário, terá que se auto-segurar, depender do SUS ou pagar um plano bem simplesinho, que cubra apenas cirurgias e emergências.

9. Seu imóvel. O patrimônio representado pela sua residência não conta como renda de aposentadoria. Não obstante, você sempre pode se mudar para um imóvel mais barato e/ou uma cidade com custo de vida menor, como forma de amenizar seus gastos.

10. O que fazer durante a aposentadoria. Considere um trabalho de meio expediente ou voluntário para manter sua mente ocupada e dar um novo sentido a sua vida.

 

Os problemas acima foram citados em um artigo publicado pela Wharton School da University of Pensylvania – EUA, cujo título é “The Big Financial Stretch: Preparing for Those Later Decades”.

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