Responsabilidades do Corretor de Seguros

06/02/2012

Por que o corretor de seguros deve fazer o Seguro de RC?

O maior impacto do Novo Código Civil aos corretores foi o princípio da Boa-Fé Objetiva. Isso se traduz em dever de conduta, de forma que o corretor aja sempre com probidade, honestidade, clareza de propósitos e transparência.

Como todos estão sujeitos a erros, notoriamente a procura pelo produto Responsabilidade Civil Profissional cresce à medida que aumenta a conscientização do corretor sobre a importância desse seguro, já que o principal beneficio é a proteção ao seu patrimônio, pois caso venha a ocorrer um dano ao seu cliente ele não terá que dispor dos seus bens para honrar a sua responsabilidade.

Quando o corretor entende realmente a proteção que terá, ele adquire de imediato o seguro!

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Seguro Residencial

11/03/2011

 

O que é?

Este tipo seguro é destinado a residências individuais, tais como casas e/ou apartamentos, utilizados como moradia habitual ou de veraneio.

Todo seguro residencial possui uma garantia básica (cobertura), a qual cobre os prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão.

A partir da garantia básica, existem outras adicionais que também podem ser contratadas, visando complementar o seguro e proteger o imóvel contra outros riscos. Dentre estas, temos: roubo, desmoronamento, impacto de veículos, queda de aeronaves, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, etc.

Além dessas garantias (coberturas) adicionais, também há uma enorme variedade de serviços que podem ser concedidos ou contratados, dependendo da seguradora.

Você pode contratar, também, ressarcimento de prejuízos causados a outras pessoas involuntariamente, por você e por quem morar ou trabalhar na sua casa. Isso inclui danos que animais de estimação podem provocar: como aquele cãozinho que você acha maravilhoso, mas que tem a ideia fixa de um dia pegar o carteiro.

A propriedade segurada está sujeita a diversos riscos e, para cada um, existe uma cobertura específica, como por exemplo, a garantia de pagamento do aluguel para o proprietário ou para o inquilino, no caso de incêndio.

As opções oferecidas pelas seguradoras são muitas. Entre elas, a associação do seguro residencial ao de vida e ao de acidentes pessoais. Este último destina-se a prevenir acidentes domésticos sofridos por quem estiver na sua casa.

Embora seja um seguro de baixo custo, o preço deixou de ser o único fator de competição entre as empresas. Para atrair o consumidor, as seguradoras se esmeram na oferta para a contratação de serviços complementares, e com qualidade, como limpeza da caixa d’água, conserto do telhado, faxineira, bombeiro, etc.

Você vai encontrar também atrativos gratuitos, como a participação em sorteios mensais de prêmios de R$ 5 mil a R$ 100 mil, sob a forma de títulos de capitalização ou compra de um imóvel.

Cada seguradora oferece planos com características diferenciadas, que vão da variedade de coberturas até a exclusão de riscos, como seguro para casas de madeira.

Saiba também que o seguro do seu condomínio não cobre especificamente o seu apartamento ou casa nem os bens que estão dentro. Cada condômino que quiser proteger o seu patrimônio individual precisa fazer um seguro próprio.

Prejuízos causados pela maioria das catástrofes têm cobertura do seguro residencial, mas existem exceções. Nesse caso, os danos mais significativos que precisam ter apólices separadas referem-se a inundações, terremotos e maremotos. Também não existe garantia de indenização para prejuízos decorrentes de má conservação do imóvel.

O corretor de seguros pode ajudá-lo na tarefa de personalizar o seu seguro!!!

 

Fonte: http://www.tudosobreseguros.org.br


Seguro é coisa obrigatória!

25/02/2011

 

Se fazer um seguro para o carro é uma opção, no caso de condomínios, seja ele de apartamentos ou de casas, contratar um seguro é obrigatório. “A obrigação existe pela lei dos condomínios – 4.591/64 – e foi ratificada pelo Novo Código Civil Brasileiro”, explica Omar Anauate, diretor de condomínios da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

O seguro obrigatório inclui cobertura de danos à estrutura do prédio contra risco de incêndio ou destruição total ou parcial em áreas comuns e privativas em situações como impactos de veículos, queda de avião e vendavais. “Além de estar previsto em lei, o seguro consta da maioria das convenções. Ele é muito importante para cobrir os prejuízos se houver esse tipo de ocorrência e para resguardar o síndico, que responde por qualquer tipo de problema no condomínio”, completa Anauate.

Além do seguro obrigatório, o condomínio pode contar com uma série de coberturas adicionais. “Para cada situação há uma cobertura mais indicada. O síndico e os condôminos devem escolher em assembléias qual a ideal para suas necessidades”, explica Renê Vavassori, diretor de Condomínios do Grupo Itambé de Administração de Condomínios.

“Se por exemplo, o edifício conta com serviço de manobrista, é recomendável que tenha cobertura para colisão de veículo na garagem”, explica. “O seguro deve passar a vigorar a partir da publicação do habite-se, mesmo quando ainda não há síndico constituído, e deve ser renovado anualmente.”

Adelson Cunha, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da Federação Nacional das Seguradoras (Fenseg), explica que os valores variam muito e é importante o contratante pesquisar qual oferece o seguro mais adequado para seu prédio. “A cobertura de incêndio é uma das mais baratas do mercado por ser um evento de pouca ocorrência. Por outro lado, os danos elétricos costumam representar um acréscimo no preço da apólice de seguro por ser relativamente mais frequente, ou seja, cada risco tem a sua dimensão no preço final da apólice”, afirma ele.

No condomínio administrado por Railton Silva, 41 anos, localizado no bairro da Mooca, um princípio de incêndio causou alguns danos e foi coberto pela apólice. “Temos o seguro obrigatório e tivemos de usá-lo em maio deste ano, quando houve um curto circuito na máquina de hemodiálise de um morador que incendiou o balão de oxigênio e outros materiais do quarto como colchões e cobertas”, conta ele. “O paciente não se machucou porque foi retirado do local rapidamente, mas os danos causados à fachada do imóvel e de duas unidades vizinhas foram cobertos pelo seguro, que cumpriu seu papel”, explica ele.

Itens não cobertos pelo seguro:

– Chuva, infiltração de água por entupimento de calhas ou má conservação das instalações de água e esgoto;

– Rompimento de tubulações e da caixa d’água, umidade, ferrugem, corrosão, entrada de chuva, areia e terra no interior do condomínio;

– Defeitos de fabricação, má qualidade, ruptura ou qualquer outro tipo de dano causado por falta de manutenção, erro de projeto, uso indevido das instalações ou negligência;

– Perdas, danos ou avarias causados por desgaste natural causado por uso, deterioração ou vício oculto; e

– Danos causados pela ação de temperatura, umidade, infiltração, vibração, contaminação, vazamento e poluição súbita e imprevista.

 

Fonte: JORNAL DA TARDE


Companhias desenvolvem seguro para iPad

11/02/2011

 

Embora vários veículos já divulguem o início da produção do iPad 2, as vendas da primeira versão no mercado brasileiro surpreendem os lojistas. Já é considerado um dos presentes mais requisitados deste Natal. Filas foram formadas na estreia da comercialização do produto no Brasil apesar de o País ser considerado líder no ranking das nações, nas quais o iPad é mais caro. Outra corrida também foi observada no mercado de seguros. Em cerca de uma semana, três seguradoras divulgaram um produto para mais este aparelho portátil. Conforme estudo da RSA Seguros, que comercializa a cobertura em parceria com a Fnac e o Ponto Frio, 55% dos clientes estão optando por contratar o seguro ao adquirir o novo tablet.

De acordo com Cristiano Saab, diretor de Affinity da RSA Seguros, a cobertura é válida por um ano em todo o mundo. O valor da apólice pode ser parcelado junto com as prestações e custa por volta de 15% do valor do equipamento. O prêmio final a ser pago pelo cliente varia conforme o produto.

A Porto Seguro também já desenhou uma apólice para o iPad. As coberturas englobam roubo e furto qualificado (exceto quando deixado em veículos); danos elétricos, impacto de veículos, aeronaves e embarcações; incêndio, raio ou explosão e suas consequências. Para contratar o seguro, o consumidor deve informar as características do equipamento (marca, modelo e número de série), apresentar cópia da Nota Fiscal e, no caso de equipamentos importados, a Invoice (nota fiscal estrangeira). “Só não há aceitação para equipamentos utilizados para locação”, completa Edson Frizzarim, diretor de ramos elementares da Porto Seguro.

O custo anual do seguro, que pode ser contratado no site da companhia, fica em torno de 13% do valor do equipamento, incluindo a cobertura de Danos Elétricos que, segundo a Porto Seguro, é uma das mais requisitadas. Numa simulação, o preço do seguro para o iPad Wi-Fi, com 32 GB, ficaria em torno de R$ 280,38 no pagamento à vista ou parcelado em até quatro vezes. São riscos excluídos furto simples, quebra, quedas, curto-circuito, entre outras.
A terceira da lista a criar um seguro para o novo tablet foi a Ace Seguradora, cuja contratação também está disponibilizada no portal da companhia. O segurado conta com a assistência Help Desk por telefone, que dá suporte para configuração do aparelho eletrônico, instruções de funções, sincronização, aplicativos, conexões, dentre diversas outras orientações técnicas e de uso. As coberturas são para roubo e furto qualificado com limite de R$ 3 mil.

 

Fonte: Revista Apólice  (Aline Bronzati)


10 questões da Previdência Privada a considerar em 2011

28/01/2011

 

Apesar de muitos dos pontos a seguir não serem propriamente novidades, esses itens nos chamam a atenção, agora no começo de 2011, para coisas importantes e que precisamos considerar ao nos prepararmos para a aposentadoria.

1. Falta de planejamento financeiro. Sem envolvimento e sem colocar a “mão na massa” as pessoas não atingirão seus objetivos.

2. Necessidade de melhorar a educação previdenciária. Empresas e governo precisam fazer um trabalho melhor para levar jovens e adultos a poupar para a aposentadoria. As abordagens tradicionais são necessárias, mas não suficientes e é preciso um chamado à “economia comportamental”.

3. Risco de o dinheiro terminar antes do fim da vida. A maioria das empresas eliminou a opção por uma renda vitalícia de seus planos de previdência corporativa…. e não alertou (diferente de apenas comunicar) adequadamente seus participantes.

4. É preciso poupar mais! Além de economizar para a aposentadoria, você precisa poupar o suficiente para arcar, na terceira idade, com as despesas médicas, odontológicas, as emergências…

5. Ajuda de consultoria atuarial independente. Planos de aposentadoria envolvem gestão de risco atuarial, procure aconselhamento profissional, especializado e independente. Não se baseie apenas em sugestões de gerentes de banco, corretores de seguros ou consultores em planejamento financeiro. Você faria uma operação de apêndice com um veterinário? Pois é, veterinários também são médicos, mas…

6. Resgates do plano de aposentadoria. Planos oferecidos por entidades abertas (PGBL, VGBL etc.) facilitam ao participante fazer resgates parciais ou totais. Isso é um problema e uma tentação que dificulta acumular recursos quando o foco é o longo prazo.

7. Quando solicitar aposentadoria pelo INSS. A menos que existam motivos de saúde ou a necessidade imediata de dinheiro, aguardar até que não haja nenhuma redução no valor do benefício pode fazer mais sentido.

8. Seguro saúde. Se você for “abastado”, poderá pagar um bom plano de saúde na velhice. Do contrário, terá que se auto-segurar, depender do SUS ou pagar um plano bem simplesinho, que cubra apenas cirurgias e emergências.

9. Seu imóvel. O patrimônio representado pela sua residência não conta como renda de aposentadoria. Não obstante, você sempre pode se mudar para um imóvel mais barato e/ou uma cidade com custo de vida menor, como forma de amenizar seus gastos.

10. O que fazer durante a aposentadoria. Considere um trabalho de meio expediente ou voluntário para manter sua mente ocupada e dar um novo sentido a sua vida.

 

Os problemas acima foram citados em um artigo publicado pela Wharton School da University of Pensylvania – EUA, cujo título é “The Big Financial Stretch: Preparing for Those Later Decades”.